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Palestinos vão lançar game para combater judaização de Jerusalém

Objetivo é apresentar monumentos históricos por seus nomes árabes e fornecer informações sobre eles

 
Por Lúcia Rodrigues
Ibraspal
 
 
Um grupo de jovens palestinos lança, em fevereiro, um aplicativo para smartphones Android que pretende combater a judaização da cidade velha de Jerusalém, na Cisjordânia ocupada.


 
O game tem o objetivo de preservar a identidade árabe e islâmica da cidade. O primeiro nível já introduz os usuários virtualmente na Mesquita Al-Aqsa e no Domo Rock.
 


O aplicativo permite um tour virtual pelo interior dos locais sagrados palestinos.


 
O jogo vai além do simples entretenimento, quer fornecer informações para os palestinos, em especial crianças e adolescentes, para que conheçam os locais árabes e islâmicos sagrados.
 
 
Cada monumento trará informações históricas e será apresentado pelo seu nome árabe.   
 
 
“Queremos aproveitar o interesse das crianças pelos jogos eletrônicos e levá-las em uma turnê pela Mesquita Al-Aqsa. O jogo exige que cada jogador responda a perguntas específicas sobre a mesquita para obter o posto de guarda”, explica Mohamed Saleh, coordenador da Sociedade do Centro Social Burj Al-Luqluq, e um dos idealizadores do game.
 
 
Ele conta que o jogo inclui vários níveis, começando com um nível “visitante”, onde o usuário do aplicativo aprende as características da Mesquita Al-Aqsa, do Domo da Rock e da Capela Marwani à  procura pelo “tesouro”. 


 
Ao final de cada nível, o jogador tem de responder algumas  perguntas sobre a Mesquita Al-Aqsa.
 
 
Se o jogador conseguir completar todos os níveis, além de ter adquirido conhecimento, se tornará  guardião da mesquita Al-Aqsa. 


 
Por ser um aplicativo de celular, o game permite que pessoas fora da Palestina também possam fazer um tour pela Mesquita Al-Aqsa e aprendam sobre sua história virtualmente.
 
 
“A Cidade Velha de Jerusalém e seus locais históricos estão passando por um processo sem precedentes de judaização, que visam apagar a identidade da cidade. Além disso, os currículos educacionais também são alvos do plano de marginalização empregado pelo Estado de ocupação (Israel). Estamos tentando enraizar a identidade da cidade e seus locais sagrados nos corações e mentes das crianças por meios inovadores", enfatiza Saleh.


 
Com informações de Middle East Monitor
 

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